ἀρχή

julho 26, 2012 »

Ativemos as potências que nos encaminham ao ato do não-ser, tão súbito e tão necessário. Caminhemos para o “arque”, para o princípio primeiro que deixamos no paraíso.

Quê desejamos senão um mesmo passado em nossos idos ainda não atualizados? Que esperamos fora o paraíso se dele fomos expulsos? O véu do futuro nos mostrará o que não somos ou o que deixamos de ser?

Queremos ser o que fomos, habitantes do paraíso.

Queremos o céu de sempre.

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