Hoje eu te convido a uma viagem ao fundo do coração. Silencie, feche os olhos, fique um instante consigo mesmo e pergunte: onde foi que eu aprendi a amar?
A resposta surgirá desse vácuo que se sente quando se questiona a origem a solidão. Para quê ela serve?
Não sei te dizer por qual razão sentimos necessidade de estar com alguém, mas eu acredito que essa sensação nos dá a certeza de que fomos criados para os outros, para a vida em comum, para o amor que prefere dividir ao invés de ajuntar tesouros.
A minha e a sua promessa de amor para sempre só tem sentido quando se abole o desejo de solidão. Será mesmo que estamos prontos para o outro ou será que ainda estamos enraizados no egoísmo onde só se possui no singular?
Deus criou o infinito para que a vida fosse sempre mais e é isso que deve motivar a querer saber sobre alguma coisa.
Esteja certo que jamais a encontrará em sua plenitude e que os fragmentos alcançados são simples sinais de um amor jamais concebido pelo coração humano. Vamos ao encontro do Eterno, aprendendo a amar e a servir ao outro.
























Num mundo cada vez mais dilacerado pelas divisões, pela falta de diálogo e de exemplos éticos que indiquem um caminho a seguir, mais do que nunca se faz importante o papel da família. Jesus , ao nascer na família de Nazaré, nos mostra a importância da mesma na formação do ser humano. Através da educação, do exemplo e do amor, os pais têm a responsabilidade de transmitir aos filhos valores que não passam, e que os possam formar como sers humanos integrais, realizados espiritual, moral e psicologicamente. Isto inclui a preocupação com o projeto que Deus tem para cada um, a preocupação com a justiça, com a ética, com a dignidade humana. É na família que estes valores são cultivados, e é a partir dela que podemos começar a construir um mundo melhor.
Zégomes = Fort. 06/07/12 = 16:50 hs
Que honra ter o Ceará aqui no Blog Medidas de Fé. Salve, Deus, o Ceará e todo o seu povo. Obrigado pela visita!
José Gomes,
Muito obrigado pelo comentário. Gostei das suas colocações. Grande abraço, volte mais vezes!