Tu me declaras amor. Eu te confesso meus pecados. Tu me concedes perdão. Eu sorrio-me por Teu amor.
Discursas. Discurso. Te digo “Tu, ó meu Deus” e me dizes “Tu, ó meu filho”. Chamo-te de Tu e Tu me chamas de Tu. Mas quando digo que Tu és meu Deus respondes “Eu sou teu Pai”. E quando dizes assim, creio que eu sou Teu filho.
Essa relação entre mim e Ti, entre o Tu e o Eu alternados em nossa comunicação me motiva a querer os Teus motivos em minha vida. Não te diminuis ao permitir-se ser a segunda pessoa desse meu singular universo de crimes e não te importas em elevar-me a ser a primeira pessoa da Tua singular majestade.
Sou Tua prioridade, és a vida que dá a minha vida, somos Pai e filho. Tu és, eu sou, nós somos, Tu és o que disse “Sou o que Sou” e eu sou o que sou, Teu, meu Deus, meu Pai.
Tu, Eu, nós, és, sou, somos…






















